segunda-feira, 8 de julho de 2013

INTENSIDADE DO VIVER

dmariangela09@yahoo.com.br



Para viver é bom cuidar de nosso ser: aproveitar cada oportunidade, apreciando o viver.
Para viver, basta sentir nos animais a grande dádiva de ser feliz por tão pouca coisa na exuberância do existir. Por que não fazemos igual?
Para viver é necessário muito pouco para ser muito feliz!
Há de se ter olhos alegres e coração que palpite de  tanta emoção.
Para viver é só agradecer - cada instante, sendo feliz do jeito que der!
Para viver é só apreciar a vida de Deus em você. 
Pois a vida é tão linda, tão cheia de luz!
Vamos buscar essa luz na intensidade do viver!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PULE A FOGUEIRA

Por- Mariângela de Lourdes Coutinho Souza Silva
dmariangela09@yahoo.com.br


Esse frio  remete-nos a sensação gostosa de estarmos bem pertinhos de uma fogueira, aproveitando ao máximo o calor  do  fogo...
As fogueiras estão acesas... Mas uma das maiores fogueiras acesas ultimamente  foi a fogueira do abrir
 os olhos para a situação do Brasil.
Tantos manifestos fizeram dos brasileiros pessoas mais conscientes de seus direitos, olhando para si mesmas com um potencial diferente, trazendo uma combustão quase que explosiva em torno de alguém que descobriu o que é ser cidadão.
Agora chegou a hora de pularmos as fogueiras! 
Saltarmos  as fogueiras da corrupção em direção a um país mais sério, onde a honestidade perpetue.
Sobrepujarmos as fogueiras dos atrasos de soluções a educação, saúde,  segurança, para conclusões urgentes e operantes para uma juventude mais competente no que tange a formação educacional próspera, saúde levada a sério e segurança conduzida com respeito a uma sociedade tão sofrida!
Pulemos as fogueiras! Necessitamos dessas melhorias com urgência, pois não suportamos mais ficarmos cabisbaixos e repletos de indiferenças sufocantes e esmagadoras. 
Esse momento de inflexão promove com toda certeza a mudança maior: o acréscimo dos rumos do país através de cada brasileiro!
Pulemos as fogueiras para as boas propostas,boas políticas públicas em rumo a um Brasil de modificações que originarão um novo rumo: mais digno de se caminhar, onde de cabeça erguida possamos manifestar o maior de todos nossos ganhos: a demonstração da força que todos brasileiros possuem,
 onde todos podem através de suas falas, seus posicionamentos, expressarem o seu grito silencioso de vários anos que agora é falado, é expresso no  plebiscito  maior: a mudança de um Brasil que não se calará mais, e sim reinventará sempre formas de se falar e demonstrar que a força dessa chama acesa jamais será apagada!

 


quinta-feira, 4 de julho de 2013

REPOUSA...

Por- Mariângela de Lourdes Coutinho Souza Silva
dmariangela09@yahoo.com.br


Repousa  em sua consciência humana...
Mas o que há em você? Há princípios que enraízam pelas outras gerações?
Há compromissos que o faze mais capaz de progredir?
Há trabalhos que enobrecem sua existência?
Há caráter para sustentá-lo no dia a dia em uma sociedade perversiva?
Há senso humano que dilata sua inteligência?
Há o compartilhar da fé em ações sinceras e apropriadas?
Há moral para evidenciar sua existência?
Há ações que declaram sua fé através de seus atos sinceros do suor de seu viver?
Repousa então em seu solo interior e deixa descansar em você apenas um cidadão que vive ciente de sua razão existencial: ser o mais profundamente possível verdadeiro e digno!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

CUIDE DE SUA VIDA!








"A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...

TUDO BEM!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos."




terça-feira, 2 de julho de 2013

JUVENTUDE

 

 

 

 

                                  Juventude
 

    
       “Se a ciência é capaz de oferecer tanta tecnologia e tornar as   coisas tão fáceis para nós, será que o poder do silêncio não pode fazer o mesmo?
      O silêncio nos permite superar as dificuldades facilmente sem sermos afetados por elas. 
        Mas como vamos ao silêncio? Primeiro, vamos para dentro e ficamos introvertidos. Então nossas energias ficam concentradas. 
     Quando estamos em um estado de concentração existe a    experiência de doce silêncio. 
  À medida que vamos mais fundo    em nós, experimentamos um silêncio no qual não sentimos que   estamos fazendo alguma coisa. É Deus, o Supremo, que está fazendo as coisas acontecerem ao nosso redor.”
Brahma Kumaris

segunda-feira, 1 de julho de 2013

RECORDANDO ARTUR DA TÁVOLA

         Hoje, com saudade de Artur da Távola, deixo esse belíssimo texto que escreveu, onde expressou a realidade do que acontece até hoje em nosso meio.
Apreciem então, esse escritor que mesmo depois de falecido, consegue ser eterno através do que foi e escreveu!        

  


                     "O Difícil Facilitário do Verbo Ouvir"



Um dos maiores problemas de comunicação, tanto a de massas como a interpessoal, é o de como o receptor, ou seja, o outro, ouve o que o emissor, ou seja, a pessoa, falou.

Numa mesma cena de telenovela, notícia de telejornal ou num simples papo ou discussão, observo que a mesma frase permite diferentes níveis de entendimento.

Na conversação dá-se o mesmo. Raras, raríssimas, são as pessoas que procuram ouvir exatamente o que a outra está dizendo.

Diante desse quadro venho desenvolvendo uma série de observações e como ando bastante entusiasmado com a formulação delas, divido-as com o competente leitorado que, por certo, me ajudará passando-me as pesquisas que tenha a respeito.

Observe que:

1) Em geral o receptor não ouve o que o outro fala: ele ouve o que o outro não está dizendo.

2) O receptor não ouve o que o outro fala: ele ouve o que quer ouvir.

3) O receptor não ouve o que o outro fala. Ele ouve o que já escutara antes e coloca o que o outro está falando naquilo que se acostumou a ouvir.

4) O receptor não ouve o que o outro fala. Ele ouve o que imagina que o outro ia falar.

5) Numa discussão, em geral, os discutidores não ouvem o que o outro está falando. Eles ouvem quase que só o que estão pensando para dizer em seguida.

6) O receptor não ouve o que o outro fala, Ele ouve o que gostaria ou de ouvir ou que o outro dissesse.

7) A pessoa não ouve o que a outra fala. Ela ouve o que está sentindo.

8) A pessoa não ouve o que a outra fala. Ela ouve o que já pensava a respeito daquilo que a outra está falando.

9) A pessoa não ouve o que a outra está falando. Ela retira da fala da outra apenas as partes que tenham a ver com ela e a emocionem, agradem ou molestem.

10) A pessoa não ouve o que a outra está falando. Ouve o que confirme ou rejeite o seu próprio pensamento. Vale dizer, ela transforma o que a outra está falando em objeto de concordância ou descordância.

11) A pessoa não ouve o que a outra está falando: ouve o que possa se adaptar ao impulso de amor, raiva ou ódio que já sentia pela outra.

12) A pessoa não ouve o que a outra fala. Ouve da fala dela apenas aqueles pontos que possam fazer sentido para as idéias e pontos de vista que no momento a estejam influenciando ou tocando mais diretamente.

Esses doze pontos mostram como é raro e difícil conversar. Como é raro e difícil se comunicar! O que há, em geral, são monólogos simultâneos trocados à guisa de conversa, ou são monólogos paralelos, à guisa de diálogo. O próprio diálogo pode haver sem que, necessariamente, haja comunicação. Pode haver até um conhecimento a dois sem que necessariamente haja comunicação. Esta só se dá quando ambos os pólos ouvem-se, não, é claro, no sentido material de "escutar", mas no sentido de procurar compreender em sua extensão e profundidade o que o outro está dizendo.

Ouvir, portanto, é muito raro. É necessário limpar a mente de todos os ruídos e interferências do próprio pensamento durante a fala alheia.

Ouvir implica uma entrega ao outro, uma diluição nele. Daí a dificuldade de as pessoas inteligentes efetivamente ouvirem. A sua inteligência em funcionamento permanente, o seu hábito de pensar, avaliar, julgar e analisar tudo interferem como um ruído na plena recepção daquilo que o outro está falando.

Não é só a inteligência a atrapalhar a plena audiência. Outros elementos perturbam o ato de ouvir. Um deles é o mecanismo de defesa. Há pessoas que se defendem de ouvir o que as outras estão dizendo, por verdadeiro pavor inconsciente de se perderem a si mesmas. Elas precisam "não ouvir" porque "não ouvindo" livram-se da retificação dos próprios pontos de vista, da aceitação de realidades diferentes das próprias, de verdades idem, e assim por diante. Livram-se do novo, que é saúde, mas as apavora. Não é, pois, um sólido mecanismo de defesa.

Ouvir é um grande desafio. Desafia de abertura interior; de impulso na direção do próximo, de comunhão com ele, de aceitação dele como é e como pensa. Ouvir é proeza, ouvir é raridade. Ouvir é ato de sabedoria.

Depois que a pessoa aprende a ouvir ela passa a fazer descobertas incríveis escondidas ou patentes em tudo aquilo que os outros estão dizendo a propósito de falar.

CHAMA DA CONSCIÊNCIA






Por- Mariângela de Lourdes Coutinho Souza Silva
dmariangela09@yahoo.com.br

Acenda sua consciência! Libere sua mente...
Lance ao solo de seu ser  sementes boas,
Que germinem em seu viver um presente de paz!
Cuidando de seu interior, tudo o que vier será encarado como o melhor- mesmo sendo os momentos e situações mais difíceis!
Não se deixe abalar pelos tempos difíceis - tudo há de ser bom no final!
Lições de vida são sempre oportunidades de crescimento...
Por isso, não deixe sua chama se acabar: deixe-a brilhando e viva da melhor maneira possível!
Feliz segunda feira, leitores!